O Flamengo venceu o Pyramids e foi campeão da Challenger Cup 2025, lá no Catar, por 2 a 0, perdendo feio pela segunda vez em sua história. Desde a era antiga, eles já sabiam o que era se lascar na travessia do Mar Vermelho, enquanto perseguiam nada mais, nada menos do que os filhos de Deus. Mustafá Zico até pensou que podia encarar o nosso Mar Rubro-Negro, mas Léo Pereira e Danilo estavam lá para nos trazer a coroa de mais três continentes: Ásia, África e Oceania. É importante dizer que nem cavalo aguentou a pressão, de novo. Faraó se revirou no túmulo. Deu red.
Dominante em posse de bola, o primeiro tempo começou com três trocas diferentes da equipe que jogou contra o Cruz Vermelha. Danilo reassumiu a zaga, enquanto Plata e Cebola ficaram no lugar de BH e Samuel Lino. Ocupando bem o campo adversário, as bolas paradas foram a principal jogada do arco rubro-negro, abrindo o placar logo aos 23″, com uma cobrança de falta do Mestre Arrasca e uma cabeçada de Léo Pereira. Depois do primeiro tento, entretanto, o Mengudo deu uma quebrada e deixou a desejar no ritmo, mas Filipinho tinha um plano.
A combinação entre bola parada e jogo aéreo também foi o diferencial no segundo tempo, logo no momento que o Rubro-Negro estava menos dominante. Aos 6″, por sua vez, em mais uma batida de falta do craque Arrascaeta, Danilo estava lá mais uma vez, cabeceou no canto do gol egípcio e marcou o segundo tento rubro-negro, deixando jogo sob controle, para que o Mister fizesse as trocas das peças mais importantes da equipe da Gávea.
Verdade seja dita, houve choro e ranger de dentes por parte da tropa do Faraó. Pedidos de pênalti inexistente, faltas simuladas e alguns empurrões de não-aceitação arbitrária, mas deu red e Mustafá Zico entendeu o porquê aquele era o clube do Rei Zico, de quem ele carrega o nome. Talvez ele já soubesse, é, no fundo ele sabia que o Mar Rubro-Negro era um pouco fundo demais. Sendo assim, Paris Saint-Germain pode esperar!
SRN
